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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Usina Hidrelétrica de Belo Monte

Hoje em postagem especial do blog Espírito Santo Turismo, vamos tratar de um assunto, muito comentando não só no Brasil, mais no mundo todo. Vamos ouvir opiniões diversas sobre o assunto da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que está sendo muito comentada na internet, televisões e radios. Sera que essa Usina vale mesmo apena ser construida ?

Os que são a favor da construção

 A construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que será a terceira maior usina hidrelétrica do mundo, atrás de Três Gargantas, na China, e de Itaipu, na fronteira entre Brasil e Paraguai. Sua localização é o Rio Xingu, próximo ao município de Altamira, no norte do Pará. Quando ficar pronta, em 2015, a Usina de Belo Monte deve gerar 41,6 milhões de megawatts por ano, o suficiente para atender ao consumo de 20 milhões de pessoas durante um ano.
As cidades de Altamira e Vitória do Xingu terão grandes áreas inundadas, o que pode prejudicar os agricultores locais e a população ribeirinha. Por outro lado, a construção da usina pode ajudar no desenvolvimento econômico da região, com a criação de empregos. As terras indígenas de Paquiçamba e Arara da Volta Grande do Xingu serão afetadas pela diminuição da vazão do rio, causando prejuízos para uma população que depende do rio para pesca, plantação e transporte. A questão das terras indígenas e o impacto ambiental são as principais polêmicas que envolvem a construção da usina.
A polêmica em torno da construção da usina de Belo Monte na Bacia do Rio Xingu, em sua parte paraense, já dura mais de 20 anos. Entre muitas idas e vindas, a hidrelétrica de Belo Monte, hoje considerada a maior obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, vem sendo alvo de intensos debates na região, desde 2009, quando foi apresentado o novo Estudo de Impacto Ambiental (EIA) intensificando-se a partir de fevereiro de 2010, quando o MMA concedeu a licença ambiental prévia para sua construção.


Construção da usina em andamento

Os que são contra a construção da Usina

Muitos ambientalistas e pessoas cansada de desmatamento, aquecimento global, e um desenvolvimento sem pensar, seguem um movimento chamado Projeto Gota D´ Água, quem quiser assinar um pedido para paralisar a obra, que vai ser entregue a Dilma, ou saber mais do projeto pode entra no site http://www.movimentogotadagua.com.br/ . Ou também curtir a pagina deles no Facebook e ficar por dentro das noticias do movimento, https://www.facebook.com/movimentogotadagua?fref=ts. Assista agora o Vídeo sobre o lado contra a construção: 


Vídeo sobre o local onde vai ser construído a Hidrelétrica, apesar de ter o inicio um pouco igual é diferente.


Propaganda do Movimento

Propaganda no Facebook

Área atingida pelo construção da empresa

Localização da Hidrelétrica de Belo Monte 

Faculdades de grande porte como Unicamp publicarão analise sobre a construção

A faculdade Unicamp, junto com outras grandes Universidades publico um documento mostrando o grande estrago no meio ambiente que essa construção pode causa. Para ler basta clicar no link abaixo http://www.xinguvivo.org.br/wp-content/uploads/2010/10/Belo_Monte_Painel_especialistas_EIA.pdf e ter o programa que visualiza arquivo pdf no computador.
Agora que conheceu os dois lados nesse post especial do Espírito Santo Turismo, escolha sua opinião e o que acha sobre o assunto. Obrigado pela atenção.





Iúna

Iúna é uma cidade rica em belezas naturais. Tem potencial para turismo de montanha, aventura, religioso, ecológico e agroturismo.
Dentre as cachoeiras mais mais belas podemos citar a Cachoeiro do Rio Claro, Poço das Antas, Cachoeira do Chiador, Cachoeira do Braz, Cachoeira dos Jesuítas.
Em se tratando de aventura a topografia proporciona a prática de esportes radicais como rapel, tracking e parapente.
A Água Santa é palco de peregrinação, recebe turistas de várias regiões do Brasil, principalmente no dia 13 de dezembro, quando ocorre a festa de Santa Luzia, tradição iniciada em 1862.
De clima frio, seco, Iúna atrai turista quase que o ano inteiro. Seus hotéis e pousadas são de boa qualidade, além da culinária típica da região de excelente qualidade.









sábado, 3 de novembro de 2012

Baixo Guandu

Município emancipado em 10 de abril de 1935, foi praticamente colonizado e ocupado por fluminenses de Cantagalo e imigrantes europeus, principalmente os italianos.
A história de Baixo Guandu está diretamente ligada ao pioneirismo que marcou o começo do século XX na região do vale do Rio Doce. Os trilhos do primeiro trem chegaram em 1907 e somente daí as atividades econômicas foram intensificadas. A madeira abundante era retirada e levada pelos comboios à Capital.
Segundo depoimento de bandeirantes e viajantes que percorreram o baixo do Rio doce desde a segunda metade do século XIX até os meados do século passado, os índios botocudos filhos da terra eram senhores da região compreendendo entre o Rio Doce e o Rio São Mateus.
Os colonos estrangeiros se estabeleceram no vale do guandu e outros no ribeirão do Lage. Em ambas as margens, há, ainda hoje, sinais marcantes da herança europeia no município.
Como que se tivesse havido o desejo de reparar a supressão do Distrito de Baixo Guandu, o Presidente Henrique da Silva Coutinho criou a colônia em 1905, compreendendo esta à área não legítima do Vale do Guandu, até os limites com o município de Afonso Cláudio e comMinas Gerais. Repartida e doada a porção em lotes, estes foram vendidos aos colonos italianos, franceses e espanhóis neles lotados.
A primeira penetração no território do Baixo Guandu, antiga jurisdição do município de Colatina, ocorreu em 1875, quando o major José Vieira de Carvalho Milagres, veterano da Guerra do Paraguai, chega à confluência do rio Doce o rio Guandu e ali estabelece o núcleo que deu origem à cidade.
A colonização da região, iniciada pelo major Milagres, teve sua base sedimentada no trabalho de imigrantes europeus de várias procedências, localizada no núcleo colonial de Afonso Pena, hoje Ibituba.







Imigrantes italianos

Os imigrantes italianos entraram em Baixo Guandu em 1866 por iniciativa de Francisco Vieira de Carvalho Milagres. A Província do Espírito Santo, de 2 de junho de 1866, noticiava que o Sr. Carvalho Milagres escrevera ao seu amigo Guilherme Frederico, anunciando a partida deGenova, com quarenta contratados. Dias depois, chegava, de fato, ao Rio de Janeiro, com quarenta italianos, para suas terras no Rio Doce (5 de junho de 1866).
O fazendeiro e colonizador Francisco Vieira de Carvalho Milagres voltou à Europa, em 1894, a fim de trazer mais trabalhadores para suas terras. Os imigrantes chegaram no Matteo Bruzzo, conforme o noticiário do Estado do Espírito Santo, de 8 de dezembro do mesmo ano e, dia 10, seguiram para Rio Doce, e, de lá, tomaram seu destino, onde até hoje, encontram-se seus descendentes.

[editar]Diversos

Baixo Guandu foi a primeira cidade brasileira a receber água tratada com flúor em 1953, com o intuito de diminuir a incidência de cáries, principalmente entre as crianças.[6]

[editar]Igreja Matriz de São Pedro

Na segunda metade do século XIX, há relatos de que o povoado do Guandu recebeu a visita do padre Francisco de Paula Telles e dos capuchinhos Bento de Búbbio e Miguel do Amor Divino. Logo veio a construção da primeira capela, em 1887, na atual Praça Getúlio Vargas.
Em 1917, a comunidade passou a fazer parte da paróquia de Colatina. Vinte anos mais tarde, por determinação do bispo Dom Luiz Scortegagna, aos 26 de junho, Baixo Guandu foi elevada à categoria de paróquia. A instalação se deu pelo monsenhor Luiz Cláudio de Freitas Rosa, empossando seu primeiro vigário, padre Aristides Taciano, recém ordenado sacerdote.
Foi padre Aristides que iniciou a construção da igreja matriz da nova paróquia, em 1942. Muitos criticaram o tamanho do templo, mas o sacerdote dizia que eles estavam construindo uma igreja para daqui a 50 anos.
Em 1944, padre Alonso Benício Leite assumiu a paróquia, zelando pela construção da matriz. Com o apoio e a participação dos leigos, fez crescer os movimentos religiosos, atuou no setor social, principalmente na educação e fundou a Ordem “Milícia de Cristo”. Em 1950, também inaugurou a Escola Paroquial.
Em 1990, passou a pertencer à Diocese de Colatina. De 1991 até 2004, diferentes padres administraram a Paróquia São Pedro: padre Marcelo Luiz Basoni, padre Carlos Afonso Sperandio, padre Arthur Francisco Juliatti dos Santos e padre Jésus Bento Fioresi. Desde 2005, o pároco desta paróquia é o padre Neil Joaquim de Almeida, que administra 33 comunidades.

[editar]Economia

Essencialmente primária, a agropecuária, o cultivo do café e a exploração de rochas ornamentais como o mármore e o granito são as bases de sua economia. Possui um setor terciário relativamente desenvolvido, contudo direcionado ao mercado local. Apesar de atualmente serem insignificantes para a sua economia, o município possui potencial para o turismo e a indústria.
A cidade abriga duas das maiores hidrelétricas do Espírito Santo, apesar de não serem de grande porte. Uma no distrito de Mascarenhas, inaugurada em 1974, e a outra, mais recente, em conjunto com Aimorés e Itapina.

[editar]Ferrovia Vitória a Minas

A cidade é uma das atravessadas pela Estrada de Ferro Vitória a Minas, uma das mais antigas e extensas ferrovias na ativa de transporte de cargas e pessoas do Brasil


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Sistema de Transporte Urbano na Grande Vitória


Os ônibus urbanos do ES

Nesse post especial sobre o transporte urbano da grande vitória, para conhecimento dos turistas, falaremos sobre as coisas ruins e boas do sistema.
Sistema Transcol é o sistema metropolitano de transporte coletivo integrado de estrutura tronco-alimentadora que funciona dentro da Região Metropolitana de Vitória, no estado do Espírito Santo. O sistema teve seu início em 1989 e atualmente transporta mais de 17 milhões de passageiros mensais nos cinco municípios de abrangência. A operação, exclusiva através de ônibus, é realizada por 12 empresas privadas e gerenciada pela Companhia de Transportes Urbanos da Grande Vitória (Ceturb-GV).
Uma coisa boa é o preço da passagem que com apenas um pagamento que custa R$ 2,45 é possível  andar por toda grande Vitória. O pagamento pode ser feito através de um cartão, que se consegue recarrega nos terminais, ou quem trabalha recebe do serviço, e estudante pode conseguir desconto na passagem, adquirindo um desses cartões, e claro o pagamento pode ser feito também em moeda real.

Ônibus Coletivo 

Os ônibus coletivos não possui muito conforto, e também quase sempre estão lotados, mais por outro lado oferecem assento especial para cadeirantes, cadeiras para idosos, e barras de ferro para se segura caso não consiga sentar em alguns dos assentos. O coletivo também possui câmera, e ventilador, mais esse segundo
poucas vezes o motorista liga.

Ônibus Coletivo da Grande Vitória.

Super Lotação nos Ônibus da Grande Vitória, esse (foto),  possui assentos para idosos e  também é acessível para cadeirantes, através do seu elevador e cadeira especial  para o cadeirante.
Ônibus coletivo, maior com mais assentos, são poucos e são conhecidos como minhocão. 

Todos os Ônibus do Transcol possuem câmera para segurança da população.

Super lotação em quase todos os horários e linhas.
Mesmo com a passagem barata, muitos bandidos, vândalos e traficantes, pulam as roletas, e ameaçam passageiros, trocadores e motoristas. Triste realidade do Sistema Urbano da Grande Vitória. São homens, mulheres, crianças e até mesmo idosos que não paga a passagem. Mais tem um grande projeto em andamento, que tem como objetivo aumenta as roletas, já que as câmeras não são suficientes para coibir essas pessoas, Estima-se que 260 mil pessoas pula roleta na Grande Vitória, um prejuízo de 7 milhões paras as empresas do ramo. Que resulta no aumenta da passagem para capixabas e turistas do mundo todo. Outro grande problema no transporte são as pessoas, que circula no coletivo com som alto. Apesar da Lei existe, falta fiscalização.


Pessoas sendo flagradas pelas câmeras, pulando roleta.


Projeto em fase de teste para coibir os puladores de roleta, os turistas e o blog Espírito Santo Turismo, torce para da certo.


Assista o vídeo sobre os teste da nova roleta:

Assista o Vídeo Educativo da GVbus sobre o som alto nos coletivos da Grande Vitória:


Momentos incômodos nos ônibus e constrangedores.


A lei existe, mais falta fiscalização.


Assista o vídeo sobre as câmeras dos Ônibus:

                                        


 Ônibus Seletivos

Por outro lado, na grande vitória tem os ônibus seletivos, que tem a passagem pouca coisa mais cara, e tem muito mais conforto. O ônibus possuem ar condicionado, assentos confortáveis e inclináveis, lugar para bagagens,som e televisão. Também possui elevador para cadeirantes, e espaço especial para o mesmo. São na maioria linhas que circulam por Shoppings, praias e pontos turísticos importantes da capital.



Ônibus coletivo menor

Em alguns lugares com poucos passageiros, possui ônibus menores como esse, que também não possui muito conforto, mais tem elevador para cadeirantes, assentos para idosos e câmera de segurança.


Terminais do Transcol


A maioria das linhas tem terminais como destino ou passagem, e esses terminais liga a outras linhas, e não precisa paga outra passagem. Os terminais tem telefones públicos, lojas, lanchonetes, biblioteca pública, banheiros, escritórios, bancos para sentar e espera os ônibus, além de outras estruturas modernas.
Na grande vitória tem vários terminais.

Terminal de Campo Grande em Cariacica, tem até farmácia, e televisões lcd para assiste um canal cultural  na espera pelo ônibus.

Terminal Itaparica, recém construído, ao lado da rodoviária de Vila Velha,  em novembro também estará próximo a um shopping.
Rodoviária Inaugurada em 2012 ao lado do Terminal de Itaparica .

Shopping que vai inaugura em Novembro de 2012 bem próximo ao Terminal de Itaparica



Terminal São Torquato em Vila Velha, também recém inaugurado.
Terminal de Laranjeiras na Serra.



Terminal de Jardim America.
Porém o sistema tem também terminais antigos que precisam ser reformados, ampliados e modernizados. Um deles é o Terminal de Itaciba, que alaga, esta muito antigo e sujo.

Terminal de Itacibá, lotado.

Sempre quando chove alaga.

Chuva forte alaga terminal
Projeto de modernização do Terminal de Itacibá.




O Terminal de Vila Velha também se encontra em péssimo estado, alem de sujo, pequeno, e com comércios muito ruins, o mesmo alaga quando chove, mais já esta com construção de ampliação e modernização em andamento. Vila Velha que está se destacando muito na grande Vitória, pelo seu crescimento.

Terminal de Vila Velha atualmente

Precisa de Reformas urgentes

Construções em andamento no Terminal de Vila Velha.
O Terminal de Carapina, também está bem ruim.

Muita reforma, precisando fazer.

Situação bem ruim em Carapina na serra.

Um terminal bem novo e Atual é o Terminal de Jacaraípe







Projetos para o futuro do Sistema de Transporte Urbano na Grande Vitória.

Assista ao vídeo: